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26 de jul. de 2011

Pare tudo! A Game of Thrones: A Song of Ice and Fire


Imediatamente após terminar de assistir a primeira temporada da série Game of Thrones eu comecei a ler o livro. Ou melhor, a ouvir o audiolivro, que é o começo dessa saga maravilhosa criada por George R. R. Martin.

Quem assistiu sabe: a série é S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L. É preciso destacar que os roteiristas da série fizeram um trabalho brilhante de adaptação, porque o livro é narrado a partir de 8 personagens de ponto de vista. É comum, nestas situações, que a história seja "canibalizada" para encaixar no outro meio. Felizmente, não foi o que aconteceu. A série é extremamente fiel ao livro.

A Song of Ice and Fire
Se a série é essa maravilha toda, imaginem o livro... Fato: não deixou a desejar. Como sempre, se tiver dúvida entre assistir ou ler, LEIA. Vou apontar três motivos:

1 - Imaginar é melhor
Quando lemos, imaginamos com base nas informações que o autor nos oferta. "Vemos" os personagens como eles são na visão de seu criador. É um processo mágico. No audio-visual essa informação vem mais pronta, e algumas vezes, obviamente, não retrata com fidelidade alguns detalhes.

2 - Compreender é mais fácil
Apesar do brilhantismo dos roteiristas da série, algumas motivações dos personagens, sob meu ponto de vista, ficaram um pouco distorcidas, assim como quem eles realmente são e realmente se sentem. Para alguns sentimentos é preciso mais do que imagens, settings e interpretação. É preciso palavras e o desejo do leitor de "viajar" nos mind games do autor. Na série tudo acontece mais rápido (explodindo nossas cabeças do nada).

3 - As artimanhas do autor
Quando tratamos de uma obra deste calibre, independente de quão fodástica é a história, a leitura é um deleite. A forma como ele introduz as cenas, a estrutura e o encadeamento dos acontecimentos, diálogos e tudo mais...

Ao fim deste primeiro livro, estou sem palavras. George R. R. Martin entrou para minha lista de The Best. Torço para que o segundo livro (logo começo) esteja à altura do primeiro. Vou ler sem spoilers para ter a experiência máxima. Há muito o que se aprender com esse cara sobre plot, narrativa, desenvolvimento de múltiplos personagens sem perda de profundidade, etc, etc, etc. Como é possível que, com 8 (OITO!) personagens de ponto de vista (mais um bucha de canhão do prólogo) o leitor se apaixone por todos e se interesse igualmente com o que cada um tem a mostrar em diferentes cenários da história????

Sinceramente: pare o que estiver fazendo e vá ler A Song of Ice and Fire. Saber o que acontece na história não faz diferença. Eu sabia durante a série e me surpreendi. Sabia durante o livro e me surpreendi em dobro. LEIA.

Uma homenagem ao melhor personagem anão EVER. Na série ele rouba a cena.

25 de jul. de 2011

IT Crowd

Foi uma série curta, com quatro temporadas com meia dúzia de episódios cada, quando isso. Mas foi muito boa, e o final dela deixou um gostinho de quero mais...
A premissa é simples: uma funcionária nova que não saca nada de informática vai trabalhar como chefe de TI em um departamento formado por dois geeks clássicos que dão suporte dentro da empresa. A série começa bem mais ou menos, mas tão logo nos apegamos aos personagens, fica sensacional.
Recomendo muito a quem gosta de The Big Bang Theory, porque estou 100% convencida de que muita coisa foi inspirada nessa séria britânica.

PS: O Roy, à esquerda, me fez lembrar muito de um certo @gustavodore

20 de jun. de 2010

Into The Universe - Steven Hawking

Into The Universe, com Steven Hawking (exibido pela Discovery) foi uma das coisas mais legais que vi nos últimos tempos. São três partes: Aliens, Time travel e The story of everything. É sensacional. Recomendo fortemente a todos que gostam de entender um pouco mais sobre algumas teorias e refletir sobre possibilidades... Há imagens sensacionais, principalmente se for possível assistir em HD. Repito: imperdível. De explodir a cabeça. Fora isso, o "discurso", a linha de pensamento desse cara é uma obra de arte.

10 de jun. de 2010

Sci-Fi Science: Physics of The Impossible

O que dizer de um programa em que um físico japonês que curte ficção científica resolve viajar nas possibilidades que o gênero popularizou no imaginário dos fãs? No primeiro episódio, como nós, humanos, iremos um dia explorar o universo. Em seguida, como viajar para um universo paralelo, como fazer uma arma poderosa o suficiente para explodir um planeta inteiro, como se teleportar, como ficar invisível, como viajar no tempo, como construir uma nave espacial de guerra, um sabre de luz, uma nave espacial. E por aí vai. Preciso dizer que gostei? São episódios rápidos e - alerta - contêm teorias que me fizeram assistir novamente alguns trechos (dada minha conhecida dificuldade com as ciências exatas), mas isso tornou o programa ainda mais instigante.


9 de jun. de 2010

The Pacific, 2010

Sempre amei história, minha matéria favorita e quaaaaaase faculdade, já que eu ia para as disciplinas isoladas que fazia no curso de história muitas vezes mais animada do que ia para as obrigatórias da comunicação. Na história eu estava sempre com todas as leituras em dia, e buscava mais informações só por diversão...

Enfim, ao que interessa. Uma das últimas séries que vi foi essa: The Pacific. Para quem gosta da história da Segunda Guerra Mundial é simplesmente indispensável e tão - ou mais - emocionante que Band of Brothers. Para quem gosta de cenas de guerra, roteiro maravilhoso, interpretações impecáveis, efeitos especiais extremamente realistas, etc, etc, etc... The Pacific tem isso tudo. Uma das melhores produções que já assisti, sem dúvida.




O foco são as operações da marinha americana no Pacífico, combatendo os japoneses, com base principalmente no relato de marinheiros. O wikipedia tem os detalhes, mas vou registrar aqui as 5 estrelas para essa série imperdível que me tirou o fôlego em 10 episódios eletrizantes...

27 de mai. de 2010

Sobre o fim de Lost (pode conter spoilers, ou não)

O fato é: o final foi a solução fácil e confortável que muita gente previa. E foi o que restou aos roteiristas.

Por incrível que parecesse, a resposta mística era a única explicação lógica pras loucuras da ilha (heim?). Mas aí foram floreando, aumentando mistérios, com uma narrativa tipo mil e uma noites, com uma coisa conduzindo a outra coisa mais louca ainda. Se com isso mantiveram o interesse, também geraram especulações que se mostraram inúteis. A resposta era a mais simplista possível, após tanta invenção de moda (que, pra falar a verdade, foi a parte mais divertida da série).


Vamos esquecer a rolha do poço mágico com luzinha, o "passe" que faz recuperar a memória e os mistérios que se mostraram inúteis para a conclusão da história. Esses foram os pontos fracos do episódio. Achei a idéia boa, mas a execução, por assim dizer, não soou muito natural. Havia um elemento de estranheza em algumas cenas, pelo menos para mim.

O MAIS IMPORTANTE. No fim das contas, Lost valeu a pena sim. Depois de 6 anos de massacre mental, foda-se os mistérios e, principalmente, foda-se a maldita ilha. Eu queria um fim legal para os personagens. Tudo bem que todos eles pareciam ter fumado um, dois ou três, mas foi uma despedida bacana e um final feliz.

Tá bom. Próximo!

21 de mai. de 2010

Season Finale de Smallville (Ocidentalizando, só para variar)

A season finale de Smallville foi ótima e só reafirmou o que eu já vinha falando: assista a partir da oitava temporada uma série bem diferente da versão "mate o vilão de criptonita do dia" do início do programa. Eu havia abandonado lá pela terceira temporada. Voltei a assistir por puro esgotamento de coisas para ver (eu sou um caso grave, confesso) na sétima temporada. Esta foi razoável, mas a oitava é muito boa. O melhor é que podemos dizer. Aleluia! Chega de Lana Lang, aquele encosto chato. Agora na nona temporada o foco é bem Lois & Clark, com cenas hilárias. A CW parece ter realmente acreditado na nova fase e decidiu-se por uma décima temporada, a última. E tem colocado mais dinheiro no projeto, pois alguns episódio tiveram efeitos especiais super bacanas.

A season finale surpreendeu ao começar com uma cena do futuro. Lois com o visual tradicional dos quadrinhos vê a cadeira de Clark rodando e o óculos sobre a mesa. Enfim, prato cheio para os que gostam do Superman clássico, como eu.



Só para esclarecer, não estou dizendo que a série é uma maravilha. Mesmo nestas temporadas tivemos episódios mais fracos. Mas ela vem sendo diversão garantida e com momentos bem marcantes.

29 de dez. de 2009

Meus reviews de American Idol para o Portal de Séries

Hoje estreei no Portal de Séries. Vou começar a colaborar com reviews de American Idol, inicialmente. Acompanho o Portal, que é de Portugal, por RSS. Dentre os sites sobre séries que leio com frequência, para mim este é o melhor, principalmente pelo esquema de pontuação para cada episódio. Então pintou a oportunidade e acho que vai ser divertido. Fiz um post de abertura chamado O que esperar da 9ª temporada de American Idol.


10 de dez. de 2009

Glee - A melhor série de 2009

Glee foi a melhor série de 2009. Se havia alguma dúvida (havia?), hoje eu tirei com o episódio final da 1ª temporada.

Para quem gosta de boa música, entretenimento esfria-cabeça, bons novos atores e personagens bem construídos, Glee é A SÉRIE. Tô chocada ainda com o episódio 13. Adorei. Isso é que é roteiro. O resto, é resto.

Spoilers............................................


Com as grávidas finalmente desmascaradas, os dois professores cute iniciando um freak romance, a Sue Silvester (a atriz tem que ser aplaudida de pé) suspensa, o Glee Club passa para as regionals com uma apresentação muito bacana e um solo da Rachel momento power drama queen forever.

Tive minhas dúvidas sobre Glee lá pelo terceiro ou quarto episódio, e algumas raivas por conta das "grávidas" e suas histórias pra boi dormir. Mas qualquer erro foi redimido nessa primeira temporada da série. Pena que a segunda temporada só estréia em abril! Chorei!

6 de nov. de 2009

Roma - Segunda temporada e mais realismo histórico na veia!

Finalmente terminei de assistir a segunda temporada de Roma e valeu muuuito a pena. Putz. Fodarástica. Muito sangue, figurinos e maquiagem sem noção. As locações... puta merda... não precisava ter história ou personagens... eu me divertiria apenas com a câmera zamzando naqueles sets de filmagem. Simplesmente é um crime não assistir Roma. Cheguei a esta conclusão. E sem falar que a abertura é muito foda. Aquela Cleópatra também mandou bem demais...

A primeira temporada de Roma me deixou doida, e a segunda teve o mesmo efeito. Tive que dar uma corrida com ela porque aluguei a quinta temporada de LOST. Vou colocar em dia porque tá chegando ao fim, né? Tá aí outra série sinistra de boa, mas sobre ela eu falo uma outra hora...


30 de set. de 2009

True Blood

Ontem terminei de ver a segunda temporada de True Blood. Mantenho minha opinião de que a única novidade do enredo é a bebida sintética que dá nome à série. De resto, nada novo. Odiei esse esquema de seitas religiosas... Acho pouquíssimo interessante (o mesmo motivo pelo qual não curti Memnoch, da Anne Rice).

Algumas cenas bem fortes valeram - e quanto a cenas fortes não se pode reclamar de True Blood. Nisso reside a diferença principal da série em relação às franquias adolescentes Twillight e a recente The Vampire Diaries.

É... eu sou purista. Depois de Entrevista com o Vampiro, com aquela atuação maravilhosa do Tom Cruise, poucas coisas me agradam sobre vampiros na telinha ou na telona.

Outro ponto negativo é que eu não gosto da Anna Paquin. Por que?
1) Ela tinha que juntar aqueles dentes.
2) Tenho raiva dela desde X-Men (a vampira mais c%zona de todos os tempos).

Há quem ame e há quem odeie True Blood. Eu acho que é assistível, mas a verdade é que não me identifiquei com os personagens. Aquele vampiro, Erik, é o melhorzinho. Bill? Eu li o primeiro livro da série que inspirou True Blood e digo que preferia o Bill que imaginei, e não aquele cara booooooring...

Ah! Estou desde o início tentando fazer algum elogio à série (ahã). Acabei de pensar em um. Lafayette. AMO o personagem. O ator é excelente e o personagem é complexo e interessante. Sempre que ele aparece sinto que ele é bem mais complexo que as figurinhas clichês de True Blood.

4 de set. de 2009

Programação Nerd-Fashionista (make it work)

Enquanto meu sonhado Wii não se materializa milagrosamente na minha frente, tenho dividido o tempo que era para a dissertação com Battlestar Galactica (sennnsaaasiiioooonaaaal) e Project Runway (6ª temporada americana e 2ª temporada australiana). Já ia me esquecendo... voltei a ver Naruto Shippuuden também, que está em ótima fase.

Battlestar Galactica. A melhor série de ficção científica que já vi, o que reafirmo a cada episódio. Não entendo e nunca entenderei porque demorei tanto pra assistir...

Project Runway. As versões americana e australiana são excelentes, mas Tim Gunn é Tim Gunn. Enfim, amo este reality e mal vejo a hora de assistir mais uma temporada da versão canadense, apresentada pela Iman. Essa semana conheci mais um estudante de moda que não acompanha Project Runway. Como assim?

Naruto Shippuuden. Tudo bem. Durante a mudança, dei minhas edições de Naruto para meu primo adolescente. Mas não é que eu tenha desgostado do título. É que a tradução dattebayo = "se liga" da Panini tava me dando náuseas e não valiam mais meus 10 reais. Então passei para frente na esperança de que mais um indivíduo cresça na companhia de boa leitura rssrssrss...
Ao saber que os fillers do anime Shippuuden finalmente terminaram, resolvi voltar a assistir. E está violento. Amo. Mas isso não quer dizer que irei dar mais uma chance para Bleach. Never again.

Ontem: comida mexicana by Muquirana: nota dez.
Hoje: preparação para adentrar os 27 anos. Despair...
Amanhã: após jogar American Idol para Wii, I NEED IT.

7 de ago. de 2009

ROME


Ontem terminei de ver a primeira temporada de Roma (que aluguei O.o).

A série é de altíssima qualidade, em todos os aspectos. É pra não colocar defeito. É a série mais cara já produzida. O roteiro é muito bem escrito e capricharam na fidelidade histórica.

O momento histórico é a ascensão de César, mas os personagens principais são Titus Pullo e Lucius Vorenus, dois soldados da 13ª legião de César. É uma história de amizade muito bonita.

Falta ver agora a segunda temporada e esperar pelo filme que estão produzindo.

11 de fev. de 2009

Project Runway Addicted

Eu confesso. Sou completamente viciada em Project Runway. Para mim é o melhor reality já feito.

Já assisti às temporadas americanas de cabo a rabo, mais de uma vez, e à versão australiana e canadense. Esta última acaba de iniciar sua segunda temporada. A apresentadora é Iman (a foto ao lado é de Heidi Klum, da versão americana. Iman está na foto abaixo). Apesar do sotaque carregado, ela é chiquérrima, elegantérrima e tem uma personalidade forte, mas sem ser desagradável.

Se eu pudesse recomeçar do zero minha vida, eu tentaria trabalhar com duas coisas que amo muito: comida e moda. Comida seria perigoso porque eu engordaria, moda seria perigoso porque eu gastaria todo o meu pouco dinheiro (vamos fingir que já não faço isso).

Voltando à vaca fria, Project Runway é tudo de bom. Minha vontade mesmo, mais realista, era fazer uma seleção das roupas mais legais do programa e mandar fazer umas réplicas para mim... Sweet dream...



Esses vestidos para coquetel foram feitos na primeira temporada de Project Runway Canada. O material: tecidos de guarda-chuvas estragados.




* Existe uma "versão" britânica de Project Runway que por motivos óbvios não tem o mesmo nome. Chama-se Project Catwalk. É muuuuuito ruim messssmo - e a apresentadora é uma periguete bem desclassificadinha...

** Na verdade este post me veio à mente por causa de uma cena que passou ontem no primeiro episódio de Project Runway Canada. Uma das estilistas, logo no primeiro desafio, teve que sair por que teve uma baita crise de ansiedade. Well, como pessoa que "já esteve lá", nunca me sindo confortável vendo cenas como esta. Quem não passou por isso acha que é frescura, mas eu fiquei com uma dó do caramba da garota e meu coração acelerou.

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